Vídeo que descreve os passos básicos para simular cenários no ProModel
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Vídeo que descreve os passos básicos para simular cenários no ProModel
Sem ComentáriosComo parte das preparações dos experimentos de simulação, devemos decidir que tipo de simulação rodar. As simulações são usualmente distinguidas como: terminante ou não-terminante. A diferença entre as duas tem a ver com o fato de estarmos interessados no comportamento de um período em particular do funcionamento do sistema ou se estamos interessados no estado estável do sistema.
Uma simulação do tipo terminante é aquela que começa em um estado ou tempo definido e termina em outro estado ou tempo definido. Um estado inicial pode ser um número de peças no sistema no início de um dia de trabalho. Um estado ou evento final pode ser quando um número definido de trabalhos tenha sido completado. Considere, por exemplo, que uma fábrica de produtos aeroespaciais tenha recebido uma encomenda de 200 aviões de um modelo em particular. A companhia pode estar interessada em quanto tempo levará para produzir o pedido. A simulação começará com o sistema vazio e terminará quando completarmos a produção do ducentésimo avião uma vez que isto cobre o período de interesse. Pode ser conhecido, por exemplo, que o cronograma de produção para um determinado item muda semanalmente. Ao final de um ciclo de 40 horas, o sistema se esvazia e um novo ciclo de produção se inicia. Nesta situação, uma simulação terminante pode ser rodada com um tempo de simulação de 40 horas.
Uma simulação do tipo não-terminante ou de comportamento estável é aquela na qual se está interessado em analisar o sistema quando este atinge um comportamento estável. Ser uma simulação do tipo não-terminante não quer dizer que ela nunca termina, nem que o sistema que está sendo simulado não tem fim. Isto somente quer dizer que ela poderia continuar infinitamente sem nenhuma mudança estatística no comportamento.
Para simulações não terminantes, o modelador deve determinar um tempo propício para rodar o sistema. Um exemplo de uma simulação não-terminante é aquela onde filtros de óleo são produzidos em uma base contínua no mesmo passo. A operação ocorre em dois turnos, com uma hora de parada durante cada turno onde tudo para momentaneamente. A duração da simulação é determinada em função de quanto tempo leva para se atingir um comportamento estável representativo do comportamento do modelo.
Seja ele termitente ou não-termitente, não deixe de submeter seu modelo de simulação no concurso Simula Brasil.
Sem ComentáriosVídeo que mostra os passos básicos da construção de uma ponte rolante no ProModel
Sem ComentáriosAlgumas vezes durante o desenvolvimento de um modelo de simulação surge o interesse em dividir o desenvolvimento do mesmo entre dois ou mais usuários, mas algumas vezes esta opção acaba sendo deixada de lado pela falta de conhecimento de algumas ferramentas que podem tornar o trabalho de mescla dos modelos um tanto quanto simples e automatizado.
No ProModel, a mesclagem de dois ou mais modelos pode ser feito pela utilização de duas ferramentas a “Mesclar” ou o “Model Collaborator”, as duas são de fácil utilização, porém apresentam algumas diferenças.
A ferramenta “Mesclar” pode ser acessada pelo menu “Arquivo > Mesclar > Modelo”.

Feito isso uma janela será aberta para que o usuário indique o modelo a ser mesclado com o modelo já aberto no ProModel. Após os passos anteriores terem sido executados, basta que o usuário clique na região do layout onde o modelo será inserido (lembrando que o local em que o usuário clicar será onde o canto superior esquerdo do modelo será posicionado).
Com os dois modelos inseridos no mesmo layout, basta que o usuário faça as integrações necessárias para que os mesmos se comuniquem, como por exemplo, criando novos processos ou conectando redes de caminho.
Já o “Model Collaborator” pode ser acessado pelo menu “Ferramentas > Model Collaborator”. Uma vez selecionada esta opção uma janela será aberta para iniciar o processo de mesclagem dos modelos.

O Model Collaborator é uma ferramenta que realiza a mesclagem de dois ou mais modelos de maneira automatizada e uma vez que este processo é realizado, os modelos podem ser modificados individualmente e executados em conjunto sem que seja necessário realizar o processo de mesclagem novamente.
A utilização desta ferramente é bastante automatizada e auto-explicativa. Primeiramente o usuário deve clicar em “New” e então no botão “Next”, devendo em seguida definir onde será salvo o projeto de colaboração. Nas etapas seguintes o usuário deve selecionar quais modelos deseja mesclar e então quais itens de cada modelo serão combinados. Ao final do processo o usuário só precisa clicar no botão “Save and Run” e então o novo modelo mesclado será criado e executado.
A grande vantagem da utilização do Model Colaborator está justamente no fato de que as opções de mesclagem definidas ficam salvas no arquivo do projeto de colaboração, permitindo que os modelos sejam editados individualmente por seus respectivos programadores e executados em conjunto novamente sem que seja necessário realizar toda a configuração de mesclagem novamente.
Caso tenha alguma dúvida referente à Simulação Computacional, você também pode acessar o fórumdo portal Simulacao.net e criar um tópico referente ao assunto necessário.
Não deixem de acompanhar o blog Simulacao.net, pois novos conteúdos serão postados diariamente.
Sem ComentáriosA análise dos outputs trata da extração de conclusões sobre o sistema através dos resultados gerados pela simulação. Durante a condução de experimentos de simulação devemos tomar extremo cuidado ao interpretar esses resultados. Uma vez que os resultados dos experimentos de simulação são aleatórios (devido à natureza randômica dos inputs), uma medida acurada da significância estatística deve ser realizada.
As pessoas fazendo simulação nas universidades são freqüentemente acusadas de trabalhar com suposições inventadas e freqüentemente simplistas, enquanto são extremamente cuidadosas em verificar a significância estatística dos resultados do modelo. Por outro lado, os praticantes de simulação nas indústrias são cuidadosos em obter dados para o modelo ignorando os resultados estatísticos associados com os ouputs da simulação. Para se conseguir resultados úteis através da simulação, devemos ter um balanço entre essas duas tendências.
O mais valioso benefício da simulação é obter insight e não necessariamente achar respostas absolutas. Com isto em mente, devemos ser cuidadosos sobre nos tornarmos muito pedantes em relação à precisão dos ouputs da simulação.
A meta de se conduzir experimentos não é saber o quão bem um sistema se comporta, mas ganhar suficiente insight para melhorar o sistema. Infelizmente, os ouptuts do sistema raramente identificam a causa do problema, mas somente reportam o comportamento sintomático dos problemas.
Atividades gargalo, por exemplo, são usualmente identificadas através da observação de filas que estão quase sempre cheias e alimentações em um ou mais locais que estão quase sempre vazios. Detectar a fonte do gargalo é um pouco mais trabalhoso do que identificar o próprio gargalo. Os gargalos podem ser causados por tempos excessivos de operações, esperas prolongadas devido à indisponibilidade de recursos, ou uma quantidade expressiva de paradas. A habilidade de extrair conclusões corretas dos resultados é essencial para fazer as melhorias no sistema.
Sem ComentáriosVídeo que mostra como se utilizar o comando JOIN
Sem ComentáriosO valor da implantação de um projeto na maior parte das vezes é algo que determina se o mesmo será executado ou não, mas nem sempre este número pode ser facilmente obtido em virtude da grande quantidade de itens que geram inúmeros custos fixos e variáveis. De maneira a facilitar este cálculo o ProModel conta com um módulo de custos que pode avaliar os custos variáveis para os diferentes locais, recursos e até calcular o valor de uma entidade no decorrer do processo.
Com o modelo construído, o usuário deve entrar no módulo de custos (Menu “Construir > Custo”) e inserir os valores para os diferentes locais, recursos e entidades. Ao acessar o módulo citado anteriormente a janela ilustrada na figura a seguir será aberta.

Ao selecionar o tipo de objeto, os pertencentes a esta classe serão mostrados na caixa de texto abaixo. Então basta ao usuário selecionar um destes itens e atribuir o custo nas caixas à direita. Dependendo do tipo de objeto selecionado, os valores que podem ser inseridos são diferentes. As informações que podem ser inseridas estão listadas por tipo de objeto a seguir.
Uma vez imputados os valores desejados, o usuário deve acessar o menu “Simulação > Opções” e então desmarcar a caixa de seleção “Custos”.

Agora basta executar a simulação e os resultados de custo podem ser obtidos através do relatório gerado pelo ProModel. Além disso, o usuário pode fazer uso da função “GETCOST()”, este comando retorna o valor acumulado de uma entidade no momento em que é executado e pode ser armazenado em uma variável para posterior visualização no relatório de simulação ou mesmo em uma plotagem dinâmica como mostrado em um dos posts anteriores.
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Sem ComentáriosO Núcleo de Estudos Avançados para Auxílio à Decisão da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) desenvolveu um kit acadêmico para ser disponibilizado a todas as entidades de ensino que utilizam o software de simulação ProModel.
Esse material visa auxiliar o ensino introdutório do software através de modelos práticos e uma sistemática do tipo self-training. Essa sistemática engloba inicialmente a compreensão de como desenvolver modelos simples e posteriormente utiliza-se de modelos mais elaborados.
Essa pode ser uma ótima forma tanto de compreender melhor as funcionalidades do software como de aprender mais sobre formas de modelagem.
O material mencionado pode ser encontrado no site da Belge Engenharia e Sistemas, acesse.
Utilize os conhecimentos adquiridos no software no modelo que você está desenvolvendo para o SIMULA BRASIL!!
E não se esqueça, a submissão de modelos já está aberta e vai até o dia 10/09/2011, não deixe de participar!!!
Equipe desenvolvedora do Kit Acadêmico na UNIFEI:
Após a construção do modelo, o próximo passo em um estudo de simulação é conduzir experimentos. Na simulação, começamos com uma teoria do porque certas regras de projeto ou gestão são melhores que outras. Baseado nestas teorias, o projetista desenvolve uma hipótese que testa através da simulação. Baseado nos resultados da simulação o projetista extrai conclusão sobre a validade destas hipóteses. Em um experimento de simulação temos variáveis de entrada definindo o modelo. Essas variáveis são independentes e podem ser manipuladas ou variadas. Os efeitos desta manipulação sobre as variáveis dependentes ou de resposta são medidos e correlacionados.
Tal como qualquer experimento envolvendo um sistema com características aleatórias, os resultados da simulação serão aleatórios por sua natureza. Rodar somente uma simulação representa somente uma das várias possibilidades de saída. Isto requer que muitas replicações sejam rodadas para testar a reprodutibilidade dos resultados.
O ProModel provê meios para a condução e experimentos, rodando múltiplas replicações e automaticamente calculando intervalos de confiança. O modelador deve, entretanto, decidir que tipos de experimentações são apropriados.
Sem ComentáriosVídeo que mostra como se utilizar o comando LOAD
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